Olhei no espelho e vi
Lá no cantinho dos meus olhos
Que ainda resta um "quê"
De "você não vale nada"!
Fiquei pensativo por uns instantes
Mas, no fim das contas,
Até gostei do que vi.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
02/08/2011
São músicas, falas, textos que leio!
Tão estranha minha posição vista de fora,
Por fora.
Tudo me parece estranho.
Ainda que um inefável estranho
Me tome em seus braços
Dizendo belas palavras que,
Confesso,
Lampejam minhas entranhas
De forma tal a inquietar-me
O pensamento por infinitas horas.
Me fazendo perder a tramontana,
Mas redirecionando e reativando
Aquilo em mim perdido.
Arrebatado de qualquer medo
Enfrento uma realidade
A qual, avigorado,
Anseio transformação.
E estamos juntos.
(Bruno Campelo - 02/08/2011)
Tão estranha minha posição vista de fora,
Por fora.
Tudo me parece estranho.
Ainda que um inefável estranho
Me tome em seus braços
Dizendo belas palavras que,
Confesso,
Lampejam minhas entranhas
De forma tal a inquietar-me
O pensamento por infinitas horas.
Me fazendo perder a tramontana,
Mas redirecionando e reativando
Aquilo em mim perdido.
Arrebatado de qualquer medo
Enfrento uma realidade
A qual, avigorado,
Anseio transformação.
E estamos juntos.
(Bruno Campelo - 02/08/2011)
terça-feira, 26 de julho de 2011
26/07/2011
E, aos prantos,
Com o copo na mão trêmula,
Eu me negava a dizer!
Não por medo,
Não por vergonha,
Mas pela dor que aquilo me causava.
Era a primeira vez que me sentia assim,
Vulnerável.
Totalmente entregue ao que a vida me tinha escolhido
Sem perguntar se me era de boa vontade.
(Bruno Campelo)
Com o copo na mão trêmula,
Eu me negava a dizer!
Não por medo,
Não por vergonha,
Mas pela dor que aquilo me causava.
Era a primeira vez que me sentia assim,
Vulnerável.
Totalmente entregue ao que a vida me tinha escolhido
Sem perguntar se me era de boa vontade.
(Bruno Campelo)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Anti-horário
Tempo por tempo
Tenho meu tempo!
Meu tempo que se confunde
No tempo que nosso tempo
Se concretiza!
Meu tempo é seu tempo.
Meu tempo não é seu tempo.
Mas meu tempo, curto tempo,
É o tempo que tenho.
É o tempo que me dá tempo
Pra viver num tempo
Que nem o tempo imagina.
E mesmo que eu tema o tempo,
Que merda essa palavra...
"tempo"
(Bruno Campelo - 21/07/2011)
Tenho meu tempo!
Meu tempo que se confunde
No tempo que nosso tempo
Se concretiza!
Meu tempo é seu tempo.
Meu tempo não é seu tempo.
Mas meu tempo, curto tempo,
É o tempo que tenho.
É o tempo que me dá tempo
Pra viver num tempo
Que nem o tempo imagina.
E mesmo que eu tema o tempo,
Que merda essa palavra...
"tempo"
(Bruno Campelo - 21/07/2011)
quinta-feira, 14 de julho de 2011
A quem eu quero
E me aparece assim,
De repente,
Como quem não quer nada!
Sentidos imersos em um turbilhão de pensamentos e desejos
Que se apropriam do corpo
Sem julgar certo e errado,
Apenas sendo
[e querendo fazer...
De forma tal que amedronta
Mas instiga uma força estranha
Quente
Deliciosa
No fervor do sangue, do pensamento
E do sentimento
Que não sabe o que se é!
(Bruno Campelo - 14/07/2011)
De repente,
Como quem não quer nada!
Sentidos imersos em um turbilhão de pensamentos e desejos
Que se apropriam do corpo
Sem julgar certo e errado,
Apenas sendo
[e querendo fazer...
De forma tal que amedronta
Mas instiga uma força estranha
Quente
Deliciosa
No fervor do sangue, do pensamento
E do sentimento
Que não sabe o que se é!
(Bruno Campelo - 14/07/2011)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Dias
Um daqueles dias em que acordamos já esperando o amanhã.
Um daqueles dias em que perdemos o sentido de algumas coisas.
Que tomamos um chá atrás do outro.
Chá verde,
De camomila,
De cadeira,
De pensamentos.
Um daqueles dias em que a realidade nos derruba, pra machucar.
O dia da verdade
Nua e crua,
Sem vaselina para deslizar na alma.
Mas o dia continua
[Ainda sem que eu descubra seu sentido]
Com chás, cadeiras,
Pensamentos, realidades
E a verdade de esperar
Pelo dia de amanhã.
[ou depois, e depois, e depois...
(Bruno Campelo - 31/05/11)
Um daqueles dias em que perdemos o sentido de algumas coisas.
Que tomamos um chá atrás do outro.
Chá verde,
De camomila,
De cadeira,
De pensamentos.
Um daqueles dias em que a realidade nos derruba, pra machucar.
O dia da verdade
Nua e crua,
Sem vaselina para deslizar na alma.
Mas o dia continua
[Ainda sem que eu descubra seu sentido]
Com chás, cadeiras,
Pensamentos, realidades
E a verdade de esperar
Pelo dia de amanhã.
[ou depois, e depois, e depois...
(Bruno Campelo - 31/05/11)
terça-feira, 17 de maio de 2011
25/09/2008
Euforia perdida
No desenlaçar das horas
Dos dias
Do tempo.
Amor perdido
Pela ausencia ativa do ser.
Dúvida e medo
De mãos dadas
Na intenção de revelar,
Como bomba que explode,
A queda que chega e destrói.
Mói o peito que sente
Que deseja
Que busca
Que te quer.
(Bruno Campelo)
No desenlaçar das horas
Dos dias
Do tempo.
Amor perdido
Pela ausencia ativa do ser.
Dúvida e medo
De mãos dadas
Na intenção de revelar,
Como bomba que explode,
A queda que chega e destrói.
Mói o peito que sente
Que deseja
Que busca
Que te quer.
(Bruno Campelo)
Auto biográfico
Às vezes a vida me parece regressa. Momentos se repetem, lembranças tomam a mente e a lágrima corre, mesmo que interna. Molha, inunda, preenche o buraco auto criado.
O vazio corrói. A ausencia corrói.
A dúvida corrói.
O medo destrói.
O fim é próximo mas não é fim.
[Caminho cego]
Um caminho escuro amedronta muitos. Precisa de uma descoberta.
Uma busca incessante. A completude como objetivo.
[Impossível]
Assim há uma aceitação. A necessidade de descobertas inacabáveis alimenta a esperança do pós-fim.
[Sequencia]
Luz
Compaixão
Paz
Deus
Amigos
Educação
Respeito
Amor
Bem
Família
União
Saudade
(Bruno Campelo - 19/08/2008)
O vazio corrói. A ausencia corrói.
A dúvida corrói.
O medo destrói.
O fim é próximo mas não é fim.
[Caminho cego]
Um caminho escuro amedronta muitos. Precisa de uma descoberta.
Uma busca incessante. A completude como objetivo.
[Impossível]
Assim há uma aceitação. A necessidade de descobertas inacabáveis alimenta a esperança do pós-fim.
[Sequencia]
Luz
Compaixão
Paz
Deus
Amigos
Educação
Respeito
Amor
Bem
Família
União
Saudade
(Bruno Campelo - 19/08/2008)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Todos los días
Todos los días
Recuerdo de tus besos
Recuerdo de tus cariños
Recuerdo de tu amor.
Todos los días
Quiero quedarme en tus besos
Quiero quedarme en tus cariños
Quiero quedarme en tu amor.
Todos los días estoy en tus besos
Estoy en tus cariños
Estoy en tu amor.
Todos los días soy tus besos
Soy tus cariños
Soy tu amor
Todos los días
Tengo la certeza
Me voy contigo.
Todos los días.
(Bruno Campelo - 25/08/2007)
Recuerdo de tus besos
Recuerdo de tus cariños
Recuerdo de tu amor.
Todos los días
Quiero quedarme en tus besos
Quiero quedarme en tus cariños
Quiero quedarme en tu amor.
Todos los días estoy en tus besos
Estoy en tus cariños
Estoy en tu amor.
Todos los días soy tus besos
Soy tus cariños
Soy tu amor
Todos los días
Tengo la certeza
Me voy contigo.
Todos los días.
(Bruno Campelo - 25/08/2007)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Se me quisesses
Se tu me quisesses bem,
Não me terias largado aquela noite.
Se tu me quisesses bem,
Não me darias o choro.
Se tu me quisesses bem,
Não me terias mentido,
Não me terias traído,
Não me tratarias de tal forma.
Se tu me quisesses bem,
Não me farias ler tais palavras,
Tais histórias, tais vivências, tais
Amores tais...
Se tu me quisesses bem,
Estarias ao meu lado,
Proteger-me-ias do frio,
Do medo, da solidão.
Se tu me quisesses bem,
Eu não escreveria tão mal!
(Bruno Campelo)
Não me terias largado aquela noite.
Se tu me quisesses bem,
Não me darias o choro.
Se tu me quisesses bem,
Não me terias mentido,
Não me terias traído,
Não me tratarias de tal forma.
Se tu me quisesses bem,
Não me farias ler tais palavras,
Tais histórias, tais vivências, tais
Amores tais...
Se tu me quisesses bem,
Estarias ao meu lado,
Proteger-me-ias do frio,
Do medo, da solidão.
Se tu me quisesses bem,
Eu não escreveria tão mal!
(Bruno Campelo)
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