sexta-feira, 18 de julho de 2014

A vista!



Da janela, quantas vezes contemplei
Sorri e, confesso, um pouco chorei.
Dali eu via o por do sol, a torre
E a igreja que, na foto, não mostrei.
Um pouco da cidade e,
Se eu estava no sofá,
Ali estava o filho a admirar
Pombas e mosquitos.

Com sol ou com chuva
Aquela vista me encanta.
Me trazia uma sensação de alegria
Que transcendia qualquer 40m²,
Escadas ou saguão.
Qualquer rua, praça,
Beco, avenida, rios
Que desaguam no oceano,
O mesmo que embeleza o Rio
Das lembranças de alguns dias.

E agora fico a admirar a mesma janela
De amor total, certeza e ansiedade
Do dia que irá chegar,
Do dia em que vou voltar.


https://www.youtube.com/watch?v=bcQwIxRcaYs

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Olho o relógio. Olho o calendário. Olho o dia lá fora.

O pôr do sol está lindo, visto da minha janela.

Os últimos raios passam por entre a copa da árvore e adentram meu quarto.

Cada raio de sol é uma lembrança gostosa de se visitar,

Na ansiedade de muitos outros raios solares a se viver!

sábado, 14 de junho de 2014

Das ameaças e desafios

Hoje ouvi algo interessante. "Temos que tratar os problemas da vida, não como ameaças, porém como desafios a serem enfrentados e vencidos". E, se não vencemos, não é vergonha pra ninguém fracassar por uma, duas ou cem vezes. O fracasso se torna aprendizado. Mesmo que fiquemos com raiva de fracassar, ele é aprendizado.

Já a raiva, o nervosismo, este não nos leva a nada, a não ser a prejudicar nossa própria saúde.
É necessário saber controlar a raiva até conseguir exterminá-la. Não digo de se calar e guardar para si, mas de contornar e, como ela se torna um problema, logo é desafio. Superar.

Nessa de problemas, coloco a distância e a saudade. Saudade é um problemão, dos grandes. É daqueles que consegue até paralisar a gente. Tem gente que contorna fácil. Eu não. Eu fracasso muito. Fico louco, de quase bater a cabeça na parede. Mas luto, todos os segundos. Tento minimizar ao máximo. Mas é difícil pois a saudade, quando é saudade mesmo, ela num larga a gente. Ela vem até na hora de beber água ou fazer cocô. E, pra vencê-la, não depende só de você mesmo.

Saudade é bom? É. Mas ela é sacana também. Porque a saudade, às vezes, quer te trazer um monte de outros pensamentos, sensações, etc. Aí é que o negócio fica bravo mesmo. Dá até raiva. Raiva de si mesmo, em algumas situações.

Si mesmo. O maior dos problemas. Lutar contra si quando o ego quer tomar conta de você. Mais que qualquer problema, o ego é como o chefão da última fase de um jogo de vídeo game. E, contra ele, é proibido fracassar. Aí está o único problema que dá vergonha de fracassar.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

A imaginação do ator não tem limites.

Atores, apropriem-se de suas imaginações

e vivam essas realidades intensamente!



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os dias... longos dias...

Mas serão muitos os dias

Em que o dia-a-dia nos fará

Cada dia mais próximos, juntos.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Querer e fazer

Tudo tem sido diferente.

Tenho acompanhado mais a política, mais as questões sociais. Tenho acompanhado a economia, os esportes, a educação. Valorizado mais cada manifestação popular que se mostra positiva ao interesse coletivo.
Tenho me indignado cada dia mais com tantas injustiças, manobras políticas escrotas, com a violência. Me indignado com a situação da saúde nesse país.
Olho para o que está para acontecer em nossa nação e fico revoltado com a realização de uma copa do mundo dos ricos e envolvidos.
Tenho refletido mais sobre o comportamento humano, ações e reações.
Tenho pensado muito no meu alimento enquanto ser humano. Não o alimento que mata a fome física. Penso naquilo que faz crescer a bondade dentro de mim e o equilíbrio em minha mente e espírito. O amor em todas as suas possibilidades.
Penso em fazer-me crescer, ser humano, do bem. Solidário, compreensivo, amoroso. Sabendo escutar e falando quando me pedem ou julgo necessário. Penso e busco um crescimento espiritual sempre.
Junto a tudo isso, vejo que penso mais pra frente. Vivo o presente e penso no futuro. Observo e avalio meu trabalho, minhas ações, meus objetivos. E me dou o respeito.
Penso muito , mas muito mesmo, no meu lado profissional. Todos devemos pensar!
Penso no amor. Vivo o amor e nele sou feliz. Amor por mim, amor pelo outro, amor de família, amor de amigo, amor por quem você escolhe para compartilhar uma vida. Penso, o dia inteiro!
Penso no que me faz infeliz hoje e no que me faz feliz.
Tenho pensado que, mesmo pensando no futuro, o que temos agora é muito efêmero e precisamos viver e nos fazer crescer!
Penso que tenho um mundo a conhecer e quero começar, estimulado ou não pelo amor!
São coisas que todos devemos pensar. Eu penso.
Mais que isso, tenho feito. Me organizo para alcançar todos os meus objetivos profissionais - e eles às vezes se confundem -, por maiores que sejam. Eles são possíveis e eu acredito.
Faço acontecer, numa disciplina que só agora tenho, uma viagem dos sonhos. Talvez seja uma grande loucura, mas eu tenho disciplina até na hora de assumir minha loucura.
Penso todos os momentos. Penso na hora de poder não pensar. Quando chega, eu penso.

Parei de pensar, escrevi e vou fazer!
Faça também!

domingo, 12 de janeiro de 2014

A dois

Queria este domingo ao seu lado
Sua cabeça sobre meu colo
Minhas mãos em seus cabelos e eu cuidando de você.

Queria este domingo ao seu lado
Um passeio pelo parque e pela cidade velha
Um café, um chopp, um vinho.

Queria este domingo ao seu lado
Um almoço, um filme e nossa cama
Nossos braços em abraços.

Queria este domingo ao seu lado
Como quero todos os domingos, de segunda a segunda
Segundo a segundo.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Hoje foi um dia de limpeza dos armários.
Roupas, objetos, papéis.
Eis o que encontro:



BLÁ BLÁ BLÁ (Luíza Santos e Letícia Cabido - ano 2000 ou 2001)


Quem é ele?
Será que é ele?
Sim, é ele!

Amiche da Itália
Vive entre palcos
e camarins
Nos testes de televisão
e nos testes da vida.

Não nos poupa a verdade
Mas sempre omite a
mentira.

Às vezes parece melhor amigo
outras já acho um inimigo

Quando me chama de abelha
Fico muito irritada.
Quando me chama de feijão
Me deixa toda arrepiada (de raiva tá!)
Sempre alegre e engraçado
Mas parece mesmo um palhaço!

Apesar de você não ser normal
Até que é um cara legal.

Por favor não leve o poema a mal!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um tributo ao clichê - meu Pai, meu Herói

Mal virou a meia noite do dia de hoje e veio uma vontade forte de chorar. Comecei a pensar que vontade era essa. Eu não tinha olhado o relógio. Eu não tinha percebido o dia. Comecei a chorar. Muito.
Não demorou e percebi que eu tinha uma saudade muito mais forte que qualquer coisa, e entendi que em pouco tempo estarei na minha terra natal, ao lado da minha família.

Caiu a ficha!

Hoje tenho vinte e oito anos, sou graduado, trabalho, corro atrás dos meus objetivos, passo dificuldades, facilidades, felicidades. Sou comprometido com meu trabalho, com uma pessoa, construo minha história e sigo meu caminho.
Aí paro pra pensar mais. Muito mais. Penso na minha vida até agora. Mais especificamente no meu alicerce familiar. Os que me conhecem sabem das perdas que tive na vida, desde ainda muito criança (talvez antes de ser criança).

Hoje quero falar de uma única pessoa, a qual cito no título dessa postagem: meu pai. Ele É o meu herói.

Eu poderia abrir uma história de muitos anos e de quatro vidas inteiras. Mas não quero completamente. Eu só quero abrir publicamente que eu tenho um herói!

Eu perdi minha mãe quando tinha apenas dois anos. Obviamente, meus irmãos mais velhos também. Eu não tinha irmãos mais novos. O que aconteceu? Éramos três irmãos e um pai.

Não me lembro de nada desse acontecimento especificamente, mas lembro um pouco do que se seguiu:

Eu me lembro de um maravilhoso arroz salgado, empapado, impossível de se comer. Me lembro de um bife que voou longe na hora do almoço. Me recordo de uma viagem a Muriqui (RJ), a casa e algumas situações. Lembro também de São Francisco (RJ) e seus marimbondos. Lembro mais ainda de quando um tal Fernando demitiu meu pai. Funcionário público. Lembro de camisetas sendo pintadas e vendidas. Lembro das cadeiras de estrutura de alumínio e trançado de "nylon", diante de uma tv 11 (?) polegadas, com carapaça branca ou vermelha (que mais parecia laranja - será que sou daltônico?), e, ali, entre moldes, pincéis, roupas para lavar, passar e uma casa para arrumar, o mesmo Fernando caía diante da força popular. Lembro, ainda, dos semi irmãos, do irmão, do adeus ao irmão. Lembro do retorno ao posto dantes ocupado. Lembro muito bem do nosso combinado muito antes disso tudo: "Agora é só a gente. Precisamos NOS ajudar". Eu lembro! A gente sempre se ajudou, sempre esteve junto. Continuamos.

Pausa para hidratação ocular, por favor!

Juro que lembro de todo o trabalho que eu dei. E eu sobrevivi! Juro que lembro de todo trabalho que dei. Talvez ainda dê! (risos)

"Quando esta noite findará e o sol, então, rebrilhará?" Lembro disso também.

Lembro dos lados bons e, também, dos ruins. Mas os ruins são insignificantes diante da grandeza desse cara.

O tempo passou como flecha e os três filhos primeiros, crescidos, deram boas vindas a mais um primeiro. Aquilo pra mim era fantástico! E é. É magnífico ver, depois de crescido, meu pai ensinando meu irmão. Eu acompanho! É magnífico ver que você, pai, acompanhou seus primeiros saírem de casa e você continuar com lindos valores, assumindo deveres e, por mais que você tente esconder, vivendo sentimentos dignos de um homem: o riso, o choro, o amor, a raiva, o desespero, a insegurança e a certeza, o medo completamente destruído pela força que você tem, pela pessoa que você é e que ninguém, nunca, há de questionar, duvidar ou por em prova.

Hoje eu vivo num eixo que me priva de muitos momentos juntos. E, claro, nessa confusão profissional toda, há muita falha minha - e sempre terá - que me impede de estarmos próximos fisicamente todos os dias.

Enfim, expondo o mínimo que consegui, quero que esse texto, esse momento, todas essas lágrimas de orgulho, de amor, de saudade, sirvam para o único trecho que importa desse texto:

Eu te amo! Muito! Feliz aniversário!


Bruno Campelo França Pinto

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Solo nosotros

Pienso en ti,
Solo pienso en ti.
Se van las horas,
Se van los días,
Y pienso en ti!

A las veces me parece que estoy lejos
Pero basta un segundo,
Y nada más,
Quedamos juntos.

Es increíble que el mundo se presenta pequeño.
Si, para nosotros es pequeño.
Cerca. Uno del otro. Juntos.

Una playa, nuestros ojos, nuestros amigos
Y podemos llegar al otro lado del lago.
Solo un pensamiento y listos,
Juntos al medio del lago.

Una noche en Brasil
Otra en Francia
Una más en Francia
Y otra en Brasil.

Llamame en mi teléfono,
Una risa.
Llamote para reir más.
Juntos!

Lejos? No.
Juntos.
Dos corazones.

Yo sé que pronto quedaré a tu lado.
Tu lo sabes también.


Vale?
Je t'...